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Pregunta al experto: «Cómo puedo saber si un documento de 1916 es legítimo»Pergunta para o especialista: «Como posso saber se um documento de 1916 é legítimo»

Es una pregunta que tendría que ser correspondida con un experto en materia de antigüedades. Te puedo aconsejar que mires el depósito legal si existe en dicho documento.

En todo caso, respecto a la autenticidad de los documentos, dice el artículo 252 del código de procedimiento civil:

Es auténtico un documento cuando existe certeza sobre la persona que lo ha elaborado, manuscrito o firmado. El documento público se presume auténtico, mientras no se compruebe lo contrario mediante tacha de falsedad.

El documento privado es auténtico en los siguientes casos:

1. Si ha sido reconocido ante el juez o notario, o si judicialmente se ordenó tenerlo por reconocido.

2. Si fue inscrito en un registro público a petición de quien lo firmó.

3. Si habiéndose aportado a un proceso y afirmado estar suscrito, o haber sido manuscrito por la parte contra quien se opone, ésta no lo tachó de falso oportunamente, o los sucesores del causante a quien se atribuye dejaren de hacer la manifestación contemplada en el inciso segundo del artículo 289.

Esta norma se aplicará también a las reproducciones mecánicas de la voz o de la imagen de la parte contra quien se aducen, afirmándose que corresponde a ella.

4. Si fue reconocido implícitamente de conformidad con el artículo 276.

5. Si se declaró auténtico en providencia judicial dictada en proceso anterior, con audiencia de la parte contra quien se opone en el nuevo proceso, o en la diligencia de reconocimiento de que trata el artículo 274.

Se presumen auténticos los libros de comercio debidamente registrados y llevados en legal forma, el contenido y las firmas de pólizas de seguros y recibos de pago de sus primas, certificados, recibos, bonos y títulos de inversión en establecimientos de crédito y contratos de prenda con éstos, cartas de crédito, contratos de cuentas corrientes bancarias, extractos del movimiento de éstas y de cuentas con aquellos establecimientos, recibos de consignación y comprobantes de créditos, de débitos y de entrega de chequeras, emitidos por los mismos establecimientos, y los títulos de acciones en sociedades comerciales y bonos emitidos por estas, títulos valores, certificados y títulos de almacenes generales de depósito, y demás documentos privados a los cuales la ley otorgue tal presunción.

<Inciso modificado por el artículo 11 de la Ley 1395 de 2010. El nuevo texto es el siguiente:> En todos los procesos, los documentos privados manuscritos, firmados o elaborados por las partes, presentados en original o en copia para ser incorporados a un expediente judicial con fines probatorios, se presumirán auténticos, sin necesidad de presentación personal ni autenticación. Esta presunción no aplicará a los documentos emanados de terceros de naturaleza dispositiva.

Se presumen auténticos todos los documentos que reúnan los requisitos establecidos en el artículo 488, cuando de ellos se pretenda derivar título ejecutivo.

Los memoriales presentados para que formen parte del expediente se presumirán auténticos salvo aquellos que impliquen o comporten disposición del derecho en litigio y los poderes otorgados a apoderados judiciales que, en todo caso, requerirán de presentación personal o autenticación.

Saludos,

El experto.
[Si quieres saber más sobre el papel o preguntarme algo solo tienes que hacerlo aquí].Esta é uma pergunta que deveria ser remetida para um perito em antiguidades. Posso aconselhá-lo a verificar o depósito legal se existir no documento em causa.

Em todo o caso, relativamente à autenticidade de documentos, diz o artigo 252 do código de processo civil:

É autêntico um documento quando existe certeza sobre a pessoa que o tenha elaborado, manuscrito ou assinado. O documento público presume-se autêntico, enquanto não se comprove o contrário mediante denúncia de falsidade.

O documento privado é autêntico nos seguintes casos:

1. Se foi reconhecido perante o juiz ou notário, ou se foi ordenado judicialmente o seu reconhecimento.

2. Se foi inscrito num registo público a pedido de quem o assinou.

3. Se tendo sido apresentado num processo e afirmado estar assinado ou ter sido manuscrito pela parte contra quem se apresenta, esta não o tenha denunciado como falso oportunamente, ou os sucessores da pessoa a quem se atribui não tenham realizado a manifestação contemplada no segundo parágrafo do artigo 289.

Esta norma será também aplicada às reproduções mecânicas da voz ou da imagem da parte contra quem se argumentam, afirmando-se que corresponde à mesma.

4. Se foi reconhecido implicitamente em conformidade com o artigo 276.

5. Se foi declarado autêntico em ordem judicial emitida em processo anterior, com audiência da parte contra quem se opõe no novo processo, ou na diligência de reconhecimento de que trata o artigo 274.

Presumem-se autênticos os livros de comércio devidamente registados e celebrado na forma legal, o conteúdo e as assinaturas de apólices de seguros e recibos de pagamento dos seus prémios, certificados, recibos, ações e títulos de investimento em estabelecimentos de crédito e contratos de compromisso com estes, cartas de crédito, contratos de contas correntes bancárias, extratos de movimento destas e de contas com aqueles estabelecimentos, recibos de consignação e comprovativos de créditos, de débitos e de entrega de talões de cheques, emitidos pelos mesmos estabelecimentos, e os títulos de participações em sociedades comerciais e ações emitidas por estas, valores mobiliários, certificados e títulos de armazéns gerais de depósito, e restantes documentos privados aos quais a lei outorgue tal presunção.

Em todos os processos, os documentos privados manuscritos, assinados ou elaborados pelas partes, apresentados em original ou em cópia para incorporação num registo criminal com fins probatórios, presumir-se-ão autênticos, sem necessidade de apresentação pessoal nem autenticação. Esta presunção não se aplicará aos documentos emanados de terceiros de natureza dispositiva.

Presumem-se autênticos todos os documentos que reúnam os requisitos estabelecidos no artigo 488, quando deles se pretenda elaborar ato executório.

Os memoriais apresentados para que façam parte do processo presumir-se-ão autênticos salvo aqueles que impliquem ou comportem disposição do direito em litígio e os poderes outorgados a representantes legais que, em qualquer caso, necessitarão de apresentação pessoal ou autenticação.

Cumprimentos,

O especialista.

[Se quiser saber mais sobre o papel ou perguntar-me alguma coisa, apenas tem que o fazer aqui].

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